Jornalismo covarde

   

O TJ-SP considerou que a “prova” apresentada contra a Igreja Universal é “imprestável como prova documental de natureza bancária”.

Em outras palavras, o promotor quebrou o sigilo bancário de uma conta nos Estados Unidos sem autorização, desrespeitando a lei brasileira.

Você viu a notícia que saiu na Folha de hoje sobre o caso? Não? Compreensível.
A “reportagem” de ontem (a que copiava o Estadão) estava estampada na primeira página do jornal e foi manchete do filhotinho da família Frias, o UOL.

Hoje, nada de destaque na capa do jornal e nenhuma linha na home do Portal. Por quê?
Porque o título é “Justiça anula provas contra a Universal”.

Peraí para ver se eu entendi: a notícia que não era notícia, era requentada, uma cópia da que o principal concorrente do Grupo Folha havia feito em abril aparecia gigante para quem quisesse – ou não – ler.
A que mostra erros na condução do processo que levam à anulação das provas fica escondida na décima quinta página do jornal e sei lá onde no UOL.

Fonte: R7.com

Daqui a pouco vou precisar de um jornalista investigativo só para localizar onde os textos ficam escondidos. “Onde” eu sei que ele descobre, o problema é achar o “porquê”.
Quer dizer… isso nem é preciso investigar.

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